quinta-feira, 28 de abril de 2011 { 16:55 }
Voltei onde estava. Dois anos depois e encontro-me exactamente no mesmo local. Sei o que tenho que fazer, mas a cobardia continua lá marcada como uma cicatriz que me dilaceraram à nascença, agora (talvez) mais profunda. Honestamente, acho que a linha da “cobardia” já foi ultrapassada há muito tempo…posso afirmar que me encontro no patamar da eterna tolice. Se conheço a resposta, porquê continuar a interrogar-me?! Os dias passam, o fim aproxima-se, e eu permanecerei num dejá vu de impasse que lamenta não ter desenlace…
Ana
Etiquetas: dedicatória, desabafo
domingo, 9 de janeiro de 2011 { 17:49 }
Às vezes pareço fria só para tu me poderes abraçar
Não há algo que mais deseje do que os teus braços à minha volta, do que a tua voz junto ao meu ouvido, do que os teus lábios próximos dos meus e os teus olhos na minha mira. Em poucos dias aconteceu mais do que deveria: corações partidos, feridas abertas, lágrimas derramadas, mas ainda estamos aqui, pés firmes, a contar a nossa história. Estou a tentar, já não o podes negar. Estou a dar o tudo por tudo para que a gota pendente na pena de quem nos escreve não marque o derradeiro ponto final. Cozi os pedaços de carne separados, colei todas as peças e sequei toda a água de dentro de mim para conseguir novamente alegrar-me, negando a todos o que verdadeiramente aconteceu. Sim, preciso de auxílio da tua parte. Necessito de uma promessa tua: que nada do que se sucedeu algum dia se repetirá pois, garanto-te, não irei perdoá-lo tão facilmente ou de todo. A brisa do esquecimento varreu a minha mente até ao dia em que as memórias ganhem motivo para reaparecerem como pela magia da dor que apenas tu me consegues provocar. Nada disto é um ultimato, um final aviso ou algo aparecido, apenas um desabafo de uma adolescente cheia de medo de perder o teu calor que tanto louva e preza como se da sua vida se tratasse.
Ana
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010 { 23:12 }
Só há muito pouco tempo é que verdadeiramente abri os olhos no que toca a nós. Pensei que não ia durar; que nem iríamos atingir os 4 meses depois de todos os erros que cometi e que nunca mais voltarias a confiar na minha palavra. Mas perdoaste-me e agradeço-te infinitamente por isso! Sei que tiveste de engolir rochas e arrancar todas as facas que te espetei num espaço tão curto e, com apenas tão pouco tempo de namoro, sempre achei que era o fim. Mentalizei-me disso até há dois dias onde me provaste o contrário. Discussões, a partir daquele momento, passaram a ser só trocas de palavras com pontos de exclamação por engano. Lágrimas derramadas foram substituídas na minha mente por apenas alergias e constipações da estação. O tu e o eu passaram para um nós que agora posso afirmar, com toda a certeza, que é para sempre uma vez que, quem consegue andar sobre vidro cortado, também o consegue fazer sobre algodão. AMO-TE!
Ana
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terça-feira, 28 de setembro de 2010 { 21:44 }
#1
Pensei que esta fosse a carta mais fácil de fazer já que tudo contigo se torna tão simples (apesar de eu complicar constantemente), mas penso que até será das mais difíceis que terei de publicar por um motivo apenas: há tanto para te escrever, tanto que não sabes e eu te quero contar e não consigo porque nenhuma de nós este ano tem tempo para respirar, quanto mais ouvir as fofoquices que provê do outro lado do telemóvel! Era tão perfeito se vivesses aqui, mesmo ao meu lado…tudo seria tão menos complicado se não tivéssemos uma estrada de cem quilómetros a separar-nos…mas não podemos ter tudo, certo? Tenho-te a ti como melhor amiga e isso é o mais importante que tudo o resto. Ainda me lembro quando te conheci e, como já te disse, nunca esperei que aquele encontro de uma tarde em casa da tua tia se tornasse tão importante na minha vida. És-me tão especial, acho que sabes disso e, se não sabes, está aqui escrito para o poderes ler todos os dias da tua vida até que a internet passe de moda! Todos aqueles dias contigo ficarão para sempre gravados na minha memória, desde os melhores, aos piores, passando pelas discussões, pelas lágrimas, pelos risos, pelas histórias e pelos dramas. Ficar sentada na tua antiga cama a olhar para o relógio à espera da hora para sair com os meninos, deitarmo-nos todas molhadas nas toalhas a mirar o telemóvel esperando que “alguém” desse sinal de vida, passear todas as tardes pelo parque, comprar o puffo, tirar fotografias, enroscar-me na tua cama a chorar, pintar o quadro enquanto fazia desenhos na tua cara, andar por cima de telhados, ver filmes de terror, cantar musicas da Disney e variadas, gravar vídeos, proclamar aquelas frases que ficarão para sempre no nosso ouvido…tudo isto e muito mais irei recordar com todo o prazer, esperando que mais e melhores momentos apareçam na nossa vida como tu, felizmente, apareces-te na minha. Sem ti já não conseguiria ser quem sou…agradeço-te tanto por me ouvires constantemente, por me apoiares sempre que eu cometo algum erro (que já é tão frequente) sem me julgares ou afirmares: “eu avisei-te”; por me proporcionares as melhores recordações que toda a minha vida terá, por me dares tecto quando estou nas Caldas da Rainha (sim, porque se não dormiria na rua :c)…basicamente, agradeço-te por seres quem és e por me motivares a ser cada vez melhor aos teus olhos a cada dia que passa. Eu e tu já somos como irmãs - inseparáveis! Separadas pela distância mas unidas em coração e pensamento, para sempre, até ao fim do Universo. É um amor que ultrapassa barreiras, é um amor que pouca gente sente em toda a vida - é amor de melhor amiga que todos os dias me dás e me fazes ver que há mais para além de todas as coisas más que acontecem - existes tu! Resumindo, é o único amor que poderá ser, para sempre, perfeito, eterno. AMO-TE MINHA ADOPTIVE SIS!
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sábado, 18 de setembro de 2010 { 15:28 }
Obrigada. Penso que é o mínimo que te posso dizer. Estava debruçada sobre o meu computador quando me acordaste por breves minutos. Apesar de não saberes metade do que se tem passado (não por não te querer dizer, mas sim por medo da tua reacção), estás do outro lado a dirigir-me aquelas palavras de conforto que há muito não ouvia vindas da tua boca. Foi ridículo ontem, eu sei, mas somos nós…que mais há para dizer? Por muito que te assegure que estou bem, que tudo está resolvido, tu lês-me como apenas os melhores amigos o conseguem fazer. Sussurras-me que há mais para além daquela bolha onde me escondi de vergonha e pavor nos últimos meses…e, por breves segundos - aqueles que demoras a acabar o teu discurso - eu acredito…acredito que, do outro lado da chamada, existem uns braços que me querem abraçar, um ombro onde posso chorar, uma paciência de ferro para me ouvir a mim, às minhas angústias e problemas que parecem nunca ter fim…e, como um milagre, eu sorriu e solto gargalhas há tanto tempo fechadas a sete chaves dentro do meu peito. E ali estou eu, a olhar para ti a partir do terceiro andar, a rir-me da cena que estamos a criar enquanto falamos ao telemóvel e gesticulamos códigos que nenhuma figura intrometida que estivesse à janela poderia compreender. É e será a mais pura das amizades que poderá alguma vez existir…um amor incondicional que, posso dizer, nunca terá um fim!
Ana
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sexta-feira, 16 de julho de 2010 { 17:56 }
Foi o final de mais uma etapa, de mais um curso...
Por outro lado, foi o começo de mais amizades, de mais oportunidades e o aparecimento de novas portas por abrir que anseiam que o seu outro lado seja descoberto por alguém tão curioso como eu mesma...
Apesar de sabermos que os nossos "ziggis" não irão todos sobreviver, de uma coisa temos a certeza: nós tentámos, demos o nosso melhor e aprendemos com todos os nossos erros.
Nunca vos vou esquecer pois, para além de ter passado cinco manhãs inteiras convosco a lutar contra o desejo de ficar em casa a dormir ou de ir almoçar fora da Lusófona, fizemos algo que muita gente anseia - criámos vida! E isso é algo que nos podemos gabar...
P.s: Estas fotos foram tiradas por nós às nossas lindas e pequenas criaturas que criámos.
Ana
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quarta-feira, 14 de julho de 2010 { 19:45 }
Cheguei a casa e abri o computador. Sim, uma rotina diária…mas hoje senti que tinha que fazer algo…senti que tinha que escrever nem que fosse um pequeno texto para expressar tudo o que se encontra acumulado cá dentro; tudo o que quero dizer mas, infelizmente, ainda não existem palavras no vocabulário humano para as expressar. “Amo-te” é tão primitivo, tão usado nas situações que não poderiam estar mais erradas, que não o posso simplesmente dizer...o que sinto é muito mais que uma palavras incorrectamente introduzida num simples diálogo…fica apenas a ideia de que me completas, que és tudo o que sempre quis, procurei e nunca encontrei até agora, que nunca te vou deixar e que seria quase impossível para mim viver sem ti pois já fazes parte de mim, da minha vida, do meu agora e do meu depois.
Foi um mês de muitos mais que virão, foi um dia que irei para sempre recordar@
Ana
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sábado, 10 de julho de 2010 { 15:47 }

Foram 5 dias que irei preservar na minha memória...foram mais do que as 30 horas que o nosso diploma afirma que estivemos...foi muito mais que qualquer ser humano que esteve presente pensa pois, para mim, foi uma eternidade que nunca irá ter um fim.
Admito que aprendi muito, até mais do que julgava...não só devido à matéria que cada professor (e não stor) dava
- um novo a cada três horas diárias, dos quais apenas me lembro da cara de, no máximo, três - mas porque, também, ensinaram-me que uma amizade não se constroi em meses nem anos...bastam apenas dias e um pouco de bom humor para criar ligações que nunca se irão quebrar apesar da distância que separa cada uma de nós. Não...não são 10 ou 20km...chegam a ser 40 e 50 que se põe entre nós, mas não é isso que vai interferir connosco. E isto pôs-me a pensar...
Ana
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quarta-feira, 7 de julho de 2010 { 23:11 }

Já alguém me disse: “estás a ver todas as estrelas desta noite? Conta-as todas porque o meu amor por ti é muito superior a esse número”. Fui uma tola por não ter acreditado na altura, por ter duvidado de palavras tão doces que me acompanhavam todos os dias, de manhã à noite; que me punham um sorriso na cara que poucas pessoas o conseguem fazer - aquele sorriso que há muito que não o fazia; aquele em que as minhas bochechas formam uma cova bem acentuada ao lado dos meus lábios, mostrando a todos o quão profunda e verdadeira a minha felicidade é…agora sei que acreditavas verdadeiramente no que dizias…sei que foste tu que me fizeste recuperar a minha alegria há muito arrancada como que se nada fosse; que foste tu que me ensinas-te, novamente, o que significava “ser feliz”, e agradeço-te tanto por isso…agradeço-te por me apoiares sempre que estou em baixo; por me dares a mão sempre que caiu; por, simplesmente, existires e estares aí sempre, para sempre, porque é assim que eu também vou estar para ti.
Marcaste-me e vais continuar a fazê-lo, todos os dias mais profundamente, disso não tenho dúvidas…
Só te peço duas coisas…primeiramente que nunca me abandones…que nunca me deixes para trás…apenas que o faças se isso te fizer mais feliz porque é isso que mais quero em todo o mundo - que sejas feliz como eu agora o sou por tua causa. Segunda, que me perdoes…que perdoes as minhas palavras, as minhas parvoíces, as minhas idiotices, basicamente…que perdoes a pessoas que eu sou e que perdoes tudo o que te fiz que te magoasse porque, acredita, nunca o faria de propósito, NUNCA MESMO.
OBRIGADO POR TUDO RÚBEN! Ana
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terça-feira, 6 de julho de 2010 { 19:22 }

Somos tão diferentes que encaixamos na perfeição. Temos gostos, características e aspectos tão distintos que nos complementamos. Mas duas coisas existem em comum entre nós: a nossa capacidade de imaginação e o nosso sentido de humor...estes dois factores em conjunto conseguem fabricar coisas que nenhuma máquina alguma o consegue fazer...consegue fazer magia...um simples feitiço e tudo está bem novamente.
"Somos um, somos dois
Somos duas infelizmente
Somos duas a cantar
Quero Carenque"
E é isto que conseguimos construir - perfeição!
Ana
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so long ago O.O
terça-feira, 29 de junho de 2010 { 12:42 }

Posso oficialmente dizer que (finalmente!) encontrei a data que há muito andava à procura...pode, agora, não me trazer as melhores memórias, mas se não fosse o dia 10 de Novembro de 2009 e aquele (muito provável) trabalho de Matemática , tudo o que tenho a sorte de ter hoje, não estaria junto de mim como neste momento, por isso, e apenas por isso, penso que esta data deveria ser recordada como muitas outras que me relembram o passado de uma maneira mais ou menos feliz porque o que está feito não pode ser desfeito, e o passado NUNCA pode ser apagado, apenas preservado.
Ana
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addsv...
quinta-feira, 24 de junho de 2010 { 17:04 }

Distancia…um daqueles pontos cruciais que está sempre, ou quase sempre, em consideração quando tomo uma decisão menos ou mais importante…esta não é excepção…
Honestamente, não há nada que eu possa fazer para a evitar…eventualmente, um dia, entrarás naquele avião e eu vou ter que ser forte ao ponto de me conseguir despedir de ti com um sorriso e um “até breve” entre os lábios que, naquele momento, apenas querem gritar que fiques, que não me deixes, que a tua vida iria ser muito melhor junto de mim e de todas as outras pessoas que, provavelmente, estarão atrás de mim com o mesmo discurso de adeus planeado, com os mesmo sorrisos forçados, com aquele brilho nos olhos que representa e representará, dali para a frente, tudo, menos felicidade…
Todas aquelas memórias contigo apenas serão isso, memórias. Nunca mais caminharemos o mesmo piso, nunca mais respiraremos o mesmo ar porque, infelizmente, não estarás lá…olharei para o lado e não estará lá a tua cara, as tuas propostas, as tuas tristezas e as tuas alegrias…irei pegar no telemóvel todos os dias para confirmar que nada do que sinto é falso, que não estou num pesadelo que está a demorar demasiado tempo e que estou bem acordada pois a realidade irá demorar muito tempo a assentar…porque a realidade é demasiado difícil e dolorosa de aceitar…
Esta palavra já causou muitos estragos, já mudou muitos futuros e rescreveu muitas histórias mas, desta vez, vou tentar ignorar esse factor (pelo menos, enquanto a verdade não chocar contra mim - a partir daí não prometo nada pois conheço os meus limites). Já tomei muitas decisões erradas, já disse não e me afastei de coisas que ainda hoje me são queridas devido a uma centena de quilómetros, sim! Estupidamente já neguei finais felizes por uns míseros 100km! Agora vai ser diferente, pois a nossa história não vai ter fim, nunca vai acabar…apesar de estarmos separadas, futuramente, por um monte de água, não é isso que vai quebrar a amizade que temos porque, uma amizade tão forte como a nossa, muita gente ambiciona e procura uma vida inteira sem sucesso…apesar de já ter deitado para o lixo muitas oportunidades que, ainda hoje (passado um ano), me arrependo, não o irei fazer contigo porque, estes erros, ajudaram-me a crescer, porque, sem ti, estes erros nunca teriam sido possíveis, porque, sem ti, eu não conseguiria estar onde estou agora.
Por isso, com isto, digo, grito e até berro que um oceano não nos vai conseguir separar porque somos muito mais fortes que qualquer elemento natural…se o Homem primitivo conseguiu ultrapassar essas barreiras, porque é que nós não o conseguiríamos fazer? Nem que tenha de percorrer meio mundo para te encontrar, nem que tenha que te escrever todos os dias, eu faço-o porque, por ti, faço tudo o que estiver ao meu alcance para nunca te perder…
Ajudaste-me em tanto até agora e já lutamos contra tantos obstáculos (muitos deles ainda nem perto de serem derrotados), que penso que não é isto que vai parar as nossas aventuras e as nossas conquistas diárias desde, simplesmente, falar uma com a outra por telemóvel ou pessoalmente até, por exemplo, salvar uma vida? Ainda não o conseguimos, e sei que já estamos quase a desistir, mas, e se for o nosso último projecto juntas? Um projecto de qual nos poderemos lembrar até ao fim das nossas vidas e muito para além disso? Eu vou tentar mais uma vez, embora todas as estatísticas e probabilidades estarem contra mim, embora não tenha poder suficiente para o fazer e ter quase toda a certeza que não vou chegar a lado nenhum, eu vou tentar, só mais uma vez, e agradecia ter-te a meu lado, quer seja para sorrir de sucesso, ou chorar de fracasso porque, apesar de tudo o que já aconteceu entre “nós”, ele merece esse esforço da minha parte…afinal, se não fosse ele nunca tinha descoberto a minha paixão por música cantada por rapazes (xD)…
És-me tudo Andreia Daniela dos Santos Vieira! Ana
Etiquetas: dedicatória, desabafo, diário
catorze de Junho de dois mil e dez
terça-feira, 15 de junho de 2010 { 22:09 }

Descobri em ti algo que nunca tinha encontrado. Vi em ti algo que nunca tinha visto. Senti algo por ti que nunca pensei existir... Mas encontrei. Mas vi. Mas senti. E não penso deixar de o fazer tão cedo, ou talvez nunca.
"I love you, is that okay...?" - Natasha Bedingfield
Ana
Etiquetas: dedicatória, presente
Dot dot dot
quinta-feira, 27 de maio de 2010 { 21:42 }

Habituado a um texto grande com um monte de palavras escritas sobre um tema ou dia? Hoje apenas me ocorre umas poucas que penso que vais perceber muito facilmente pois penso que és inteligente o suficiente - desiludis-te! És como ele até prova em contrário! Diz-se que até prova que desminta, todo o seu humano é inocente…é mentira…de facto, é o oposto, pelo menos na minha vida…pelo menos foi o que tenho aprendido até agora…"All this confusion is running deep inside my head.
How long can I keep this up
Before I end up dead!?" - Sum41
Ana
Etiquetas: curtos, dedicatória, desabafo
quarta-feira, 12 de maio de 2010 { 21:47 }

Gostava que tivesse sido melhor
Gostava que pelo menos tentasses
Como eu tenho andado a fazer
Sei que custa
Eu, de todas as pessoas, percebo
Mas não suporto
Ter-te assim
Em baixo
Quando toda a gente que me rodeia
Também se encontra assim
Em baixo
Não consigo
Animá-las ou alegrar-te
Puxá-las ou sentir-te
Faze-las sorrir ou abraçar-te
Por não dá
Não consigo agarrar a tua mão
Que lentamente se afasta
Como todas as outras que se estenderam
E me largaram
Como muitas mais as farão.
Ana
Etiquetas: dedicatória, desabafo, poema
You found me
sábado, 8 de maio de 2010 { 14:19 }
Encontraste-me
Perdida, sozinha, sem rumo
Numa barca à deriva no mar
E estendeste-me a tua mão
E eu recusei-a
Naquele dia
Em que tudo o que me passava pela cabeça
Eram memórias de tempos que foram mentiras
Mas hoje não a recusei
E nunca mais a recusarei
Pois o teu olhar
O teu toque
O teu cheiro
As tuas piadas e risos
São aquilo que eu sempre quis
Aquilo que eu sempre imaginei
E que agora é realidade
E agradeço-te
Por aquela mão
Por aquele sorriso
Por aquele toque
Por existires
Obrigada,
"When I look at you
I see forgiveness
I see the truth
You love me for who I am
Like the stars hold the moon"
Etiquetas: dedicatória, poema
"Este dia é daqueles que vai decidir o futuro de muitos (...)"
sexta-feira, 23 de abril de 2010 { 22:25 }

Há quem diga que mudou, que mudas-te...eu penso de uma maneira diferente.
Para mim estás igual, apenas com uma diferença - agora vejo! Finalmente consegui abrir os olhos e focar-me no que, realmente, tinha perante mim e no que tu, na verdade, és. Aquele sol que me batia na cara acabou por se ir embora, revelando as verdades e imagens que tinha planeado para mim, para ti, para nós…aquelas imagens que eu achava maravilhosas e que, agora, riu-me da minha anterior ignorância. Rio-me porque não posso fazer mais nada a não ser seguir em frente, olhar para trás e sorrir. Não porque acabou, mas porque aconteceu. Porque sei que me amaste mas que foste demasiado orgulhoso para o admitir. Porque sei que te marquei ao ponto de sentires ódio por mim, pelo que eu te fiz…por te amansar, por te tentar tornar em alguém melhor e te fazer ver que o Mundo não é tão linear como pensavas que fosse…fugis-te…
Fugis-te porque tinhas medo de enfrentar a realidade e as consequências dos teus actos e, como se todos os meus esforços tivessem sido inúteis, agora continuas a fazer o mesmo. Fala com ela, beija-a, diz que a amas…uma coisa eu tenho a certeza…de todas essas tuas acções, pensarás em mim pelo menos uma vez…e quando ela te fizer o mesmo; quando ela te disser que tudo o que passaram foi uma mentira, vais voltar a rastejar como o pequeno e insignificante verme que te tornas-te.
Fico feliz por te ter “estragado” da mesma maneira que tu o tentas-te fazer sem sucesso comigo.
"Este dia é daqueles que vai decidir o futuro de muitos, especialmente o meu..." eu não te disse Raquel?
Ana
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Just another note
quarta-feira, 21 de abril de 2010 { 20:56 }
Special credits: Isa a.k.a. Dumba ;D
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domingo, 18 de abril de 2010 { 18:11 }

Mentir…quem não o faz?
Pode ir das simples mentiras que, infelizmente, consideramos diárias; passando por aquelas pequenas omissões, quer seja para proteger alguém querido, ou a nós mesmos; e chegando, finalmente, àquelas que são única e exclusivamente imperdoáveis, por outras palavras, aquelas que apenas são ditas para prejudicar o outro. Não dizendo que as outras têm perdão ou que, verdadeiramente, ajudam, porque, em lógica, não devemos mentir. Mas, as que eu destaco hoje são aquelas que um ser humano minimamente racional não deveria dizer, ou seja, o terceiro ponto mencionado.
Quem é que, no seu perfeito juízo, usa as palavras para ferir alguém?
Claro que o efeito da mentira apenas se vai reflectir algum tempo depois de ter sido dita pois, até termos provas de que aquela afirmação que nos foi dirigida não corresponde, de facto, com a realidade, vivemos naquele mundo perfeito que criámos baseado nessa frase/texto/palavra; sentimo-nos intocados por tudo o que nos rodeia - como que se o tempo parasse, momentaneamente, num “para sempre” que termina ao sabermos a única verdade. O oposto acontecesse com a verdade do momento - quando se viram para nós e nos dizem tudo o que está na sua alma, acabando por, naquele segundo, nos magoar.
Mas o que será pior? Adiar a verdade ou dizê-la de uma vez por todas?
Penso que cada um tem uma opinião a esse respeito, que pode variar conforme a idade, experiência com a matéria, entre outros factores…a minha opinião? Adiar a verdade é muito pior. Adiar a verdade é como que se nos fechassem dentro de uma pequena caixa a nossa vida toda e, quando descobrimos o que é na verdade real, essas paredes quebram-se à nossa frente…aquela fortaleza de protecção desaparece sem deixar o mínimo de rasto.
Ia-me esquecendo de um tópico…é claro que o poderia ter acrescentado no princípio deste discurso todo, mas é muito mais engraçado destacá-lo aqui para que, quem estiver a ler, perceba que, talvez, este ponto seja direccionado para ela/ele porque, como penso que já mencionei em entradas passadas, tudo o que escrevo tem um ou mais destinatários onde apenas ele/ela percebe o que está aqui escrito com todos os pormenores.
Como quase toda a gente sabe, há indivíduos que mentem por apenas uma razão: cobardia. Não por terem medo de encarar a pessoa e dizer-lhe a verdade…mas porque têm de encarar os amigos (penso que isto se pode comparar ao que os ingleses chama de peer pressure), e, para se sentirem aparentemente superiores a eles, inventam todo o tipo de histórias envolvendo pessoas que, na realidade, estão “inocentes”.
Sobre este tópico, penso que já não tenho que acrescentar mais nada. Está tudo dito! Espero que tenhas percebido que era para ti “bebé”…
Ana
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Pimp my Pingu com Maria Raquel xD
sexta-feira, 9 de abril de 2010 { 10:44 }
Apresentamos o nosso amigo Pingu. O Pingu é desléxico porque não consegue produzir o som da letra "s". Um dia ía a passear no Polo Norte quando, bem lá no longe, alguém o chama: "Pingu!", ao que ele responde: "Im"Não tem piada lido, eu sei ;DAviso: Nunca ponham a nossa imaginação a funcionar ou resulta nisto ^^

Ps: custou-me tanto a cruzar os braços do Pingu O.OEtiquetas: dedicatória