F* 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010 { 20:54 }

That’s all I have to say
It looks like forever
But we’re only in May
Is it the year?
Or just the luck?
One way or another, I’m stuck
In a tinny little box
Where I can’t help
Not me
Nor you
Not anyone
It’s true
I’m done
Ana
Etiquetas: curtos, desabafo, poema
quarta-feira, 12 de maio de 2010 { 21:47 }

Gostava que tivesse sido melhor
Gostava que pelo menos tentasses
Como eu tenho andado a fazer
Sei que custa
Eu, de todas as pessoas, percebo
Mas não suporto
Ter-te assim
Em baixo
Quando toda a gente que me rodeia
Também se encontra assim
Em baixo
Não consigo
Animá-las ou alegrar-te
Puxá-las ou sentir-te
Faze-las sorrir ou abraçar-te
Por não dá
Não consigo agarrar a tua mão
Que lentamente se afasta
Como todas as outras que se estenderam
E me largaram
Como muitas mais as farão.
Ana
Etiquetas: dedicatória, desabafo, poema
You found me
sábado, 8 de maio de 2010 { 14:19 }
Encontraste-me
Perdida, sozinha, sem rumo
Numa barca à deriva no mar
E estendeste-me a tua mão
E eu recusei-a
Naquele dia
Em que tudo o que me passava pela cabeça
Eram memórias de tempos que foram mentiras
Mas hoje não a recusei
E nunca mais a recusarei
Pois o teu olhar
O teu toque
O teu cheiro
As tuas piadas e risos
São aquilo que eu sempre quis
Aquilo que eu sempre imaginei
E que agora é realidade
E agradeço-te
Por aquela mão
Por aquele sorriso
Por aquele toque
Por existires
Obrigada,
"When I look at you
I see forgiveness
I see the truth
You love me for who I am
Like the stars hold the moon"
Etiquetas: dedicatória, poema
Tira-me daqui
sábado, 3 de abril de 2010 { 20:24 }

Tira-me daqui,
Abre ou arromba a porta, quebra a janela, trepa a muralha e leva-me,
Leva-me para longe deste sítio,
Onde tudo é para duvidar, onde nada é verdadeiro, onde tudo é complicado,
Não digo que procuro algo mais fácil e acessível,
Apenas quero um sítio onde posso ser feliz,
Sem interferências,
Sem mentiras,
Sem dúvidas,
Um sítio em que posso dizer que te amo sem me arrepender,
Onde tu também o podes dizer com toda a certeza,
Porque neste sítio, neste Mundo,
Tu e eu somos diferentes, somos considerados diferentes,
Coisas superficiais como o estilo, tu sabes…
Não quer dizer que não sejamos iguais,
Pois somos ambos humanos, ambos vivemos, ambos sonhamos,
Mas especialmente, eu e tu, somos fracos,
Somos apenas crianças nesta vida,
Sabemos andar, falar sem sentido,
Mas não sabemos pensar, controlar o que sentimos,
Penso que faz parte de quem somos no momento,
Faz parte da fase em que nos encontramos,
Temos que mudar, temos que crescer,
Temos que saber dizer “Desculpa, errei”,
“Amo-te, perdoa-me, fica comigo”.
Mas, outra vez,
Desde pequenos que aprendemos,
Tudo o que somos, foi porque aprendemos,
O que custará aprender mais uns quantos pontos?
O que custará aprender coisas que ainda pouca gente aprendeu? Exacto, N-A-D-ATemos que nos tornar fortes,Temos que aprender,Temos que saber o que é verdadeiramente amar. Ana
Etiquetas: desabafo, poema
Palácio de Monserrate e MSN
sexta-feira, 2 de abril de 2010 { 20:30 }
XXV (220)But my soul wanders; I demand it back
To meditate amongst decay, and stand
A ruin amidst ruins; there to track
Fall'n states and buried greatness, o'er a land
Which was the mightiest in its old command,
And is the loveliest, and must ever be
The master-mould of Nature's heavenly hand,
Wherein were cast the heroic and the free,
The beautiful, the brave -- the lords of earth and sea,
CLXXXVI
Farewell! a word that must be, and hath been --
A sound which makes us linger; -- yet -- farewell!
Ye! who have traced the Pilgrim to the scene
Which is his last, if in your memories dwell
A thought which once was his, if on ye swell 1670
A single recollection, not in vain
He wore his sandal-shoon, and scallop-shell;
Farewell! with him alone may rest the pain,
If such there were -- with you, the mortal of his strain!
Childe Harold's Pilgrimag - George Gordon, Lord Byron
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"Let me be the first, to wish you the worst"...penso que este excerto de uma música da Katy Perry resume o meu estado de espírito.
Apenas ela o percebe, apenas ela sabe a quem me estou a referir.
Ela, ela e apenas ela.
A minha irmã adoptiva
A minha melhor amiga
A minha rapariga das Caldas
Adoro-te Andreia

Etiquetas: dedicatória, diário, poema, presente
Como uma flor...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 { 19:17 }
Apesar de muito em comum
Tu e eu somos diferentes, como é claro
Como te adoro, é tão raro
Mais que eu não há nenhum
Mas a nossa amizade, Isa, é mais importante
Que qualquer outro exterior amparo
És aquela amiga em que eu reparo
És a que torna o meu dia interessante
Apesar de andar constantemente saltitante
Como o nosso pinto, ou qualquer pássaro
Garanto-te que não há nenhum
Não há nenhuma tão marcante
Não há nenhuma que me faça atingir o píncaro
Como tu, Isa, só há uma e apenas um.
(Isto deve ser dos pedidos de desculpa mais idiotas e humilhantes que fiz para alguém, mas aqui vai).
Apesar de saber que não tenho toda a culpa, sei que uma parte dela me pertence e peço-te mais uma vez desculpa por, às vezes, quando precisas, não estar a teu lado e não te ouvir. Nestes últimos meses tenho sido uma coisa que nem se pode chamar de amiga, nem provavelmente existe palavras no dicionário para me descrever. Tenho sido injusta, tenho estado ausente, e pior que isso, não te tenho falado nem ajudado, mesmo sem tu necessitares, porque é isso que uma amiga minimamente decente faz, certo? Por isso aqui está: o meu ridículo pedido de desculpas, esperando que aceites.
Não te digo pessoalmente, pois já é um caso perdido e, quero que saibas que, quando digo que estou farta, nunca leves as minhas palavras à letra porque, apesar de saber até escrever decentemente, não sou muito boa a usa-las num diálogo normal.
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Podia te ter dito isto no msn, claro que podia…mas também me quero recordar disto. Quero que todos os dias que venha ao blog me lembre que, nem a tua amizade, nem a amizade de quem quer que seja, é me garantida assim que obtida. É como uma pequena flor que, se deixarmos de a regar, murcha lentamente até que, por fim, acabe por morrer…e não é isso que quero que aconteça!
Prometo-te que não vou deixar a nossa flor murchar nunca, e espero que me perdoes tudo o que aconteceu nos últimos meses.
ADORO-TE ANA ISABEL GUERRA @
Etiquetas: dedicatória, desabafo, poema
Se a preocupação é sinónimo de amar
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 { 18:14 }

Se a preocupação
É sinónimo de amar,
Nunca te amei tão perdidamente
Como nesta noite que está a chegar
Se pudesse contar
Como se faz com um fruto, esse sentimento
Ao fim de uma eternidade, tinha a certeza
Teria muita comida no abastecimento
Com este sentimento consigo escrever
Frases eternas do meu amor
Esperando que um dia seja escutada
Mil e um versos para o alguém ler
Irão ser ouvidos com o mais doce clamor
Até que a imaginação me seja apagada
Etiquetas: dedicatória, desabafo, poema
Because friends will never gonna let you down@
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 { 19:07 }

Tudo começou com uma conversa de msn - bem, tudo com ela começa com uma conversa de msn...
A Ana Afonso era uma rapariga com mau gosto,
Gostou de um rapaz que tinha mais carne que o entrecosto,
Ele fê-la sofrer pelo seu amor,
Algo que devia de ser mágico tornou-se em tempo de horror.
" Tempos que deviam ser mágicos tornaram-se em dor "
Caga o primeiro, fica com esse.
Ela estava cabisbaixa achava que era o fim,
Pensava que ia morrer por sofrer assim,
Afinal o amor é cego e estraga sentimentos,
A Scilla e a Irina estiveram sempre nesses momentos
A Ana estava muito mal,
Afinal encaremos, ela gostava de um animal.
Mas tudo bem, a vida é feita de aprendizagem,
Num dia és corajoso no outro perdes a coragem,
Num dia estás no topo e pensas manter-te assim,
No outro és insultado e a tua fama chega ao fim.
Continuando com a minha história,
Ela conheceu o Bifanas que lhe trouxe há memoria,
Como era, gostar de alguém a sério,
E saber que quem amamos quer reinar o nosso império.
Ela viu nele aquilo que há muito não via,
Perfeição muito amor... tudo o que ela queria,
Mas mesmo assim teve de o conquistar,
Afinal só há amor se tivermos que lutar.
Eles falaram, trocaram sorrisos e desilusões,
Conheceram-se um ao outro, partilharam opiniões,
Quando mais falavam mais o sentimento crescia,
Todos os momentos juntos foram de plena harmonia.
A Ana é uma mulher forte e aguentou com muita merda,
Trataram-na mal fizeram-na "mulher de reserva",
Mas como abriu o olho acabou por perceber,
Que o que lhe fizeram só a veio fortalecer.
E agora?... Está ao lado do seu amado,
João Pedro ou Bifanas, como gosta de ser chamado,
Estão juntos e nada os separa,
Prometo-te eu que quem tentar leva na cara.
Conquistou o homem que amava e foi conquistada também,
O amor que sentem um pelo outro vai mais além,
Que o sol, que as nuvens, até que o luar,
É o amor do mais puro, difícil de encontrar.
Eu, Ana Priscila desejo-te o máximo de felicidade,
Quero que sejas feliz ao lado de quem te ama de verdade,
Encontras-te algo que há muito eu procuro,
Um amor sincero, feliz e puro.
Nunca deixes tal amor escapar em vão,
Eu acima de tudo vou sempre dar-te a mão,
Por mais que o tempo passe vais ser sempre a minha Ana,
E eu vou sempre estar aqui para te abraçar, mana.
ADORO-TE ANA PRISCILA@
Etiquetas: dedicatória, poema