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Bem vindo(a)!

Todos os textos neste blogue são escritos por mim, excepto aqueles que têm o devido crédito. Espero que gostem tanto de os ler como eu de os escrever ♥

It matters if you just don't give up
- Stephen Hawking

"If you are what you should be, you will set your whole world on fire!"
- St. Catherine of Siena ♥

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segunda-feira, 5 de março de 2012 { 20:55 }



É como uma pastilha: quando tens, perde o sabor depressa e logo deitas fora; quando não a tens, é quando a desejas mais. Não venhas tentar estragar a minha felicidade com o teu desespero que a única coisa que fazes é humilhar-te ainda mais. "Coitado..." disseram-me hoje, mas sabes uma coisa? Não tenho pena absolutamente nenhuma!
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Ana

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domingo, 13 de fevereiro de 2011 { 16:55 }


3 meses meu piolho! 
Ana

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 { 21:11 }



Tenho um pressentimento que vai ser a maior e mais séria conversa entre nós...
Espero que não seja a última meu amor...
Ana

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{ 20:00 }



This was a curse I couldn't save...

Ontem consegui manter a calma mas, perdoa-me, que hoje está fora do meu alcance. Após horas de espera ansiosa sem um único sinal do teu estado actual, a minha mente já não consegue manter a sua postural racional tão rotineira. Matutam-me na cabeça ideias ridículas mas tão possíveis que, por muito que as queira pôr de lado, elas rastejam de volta. Sei que o objectivo era magoares-te mas acredita que, depois disto, fiquei muito pior do que tu alguma vez possas imaginar. Por muito que não queira pensar desta maneira, sinto-me descartável. Descartável porque estavas disposto a deitar tudo o que tínhamos para o lixo devido a algo que eu não tive a mínima culpa…se não gostavas do que existia haveriam mais maneiras de atirar ao vento a nossa relação. Sim, erraste, e depois? Que tenho eu a ver com isso? Porquê pisar o meu coração despedaçado? Porquê fazer derramar lágrimas para uma almofada já ensopada? Porquê?! Há ainda muito para ser respondido e espero que tu o possas fazer…temo (oh se temo!) que te arranquem de mim, que te fechem num quarto ou construam uma barreira que nem as minhas palavras consigam transpô-la só para minha “protecção”. Mesmo depois de tudo isto não quero estar longe de ti, não posso, não consigo! Só quero um sinal de que estás bem, só um, um mísero sinal que estás melhor e que voltas para os meus braços muito em breve, é pedir muito?!
Ana

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 { 19:34 }



Couldn't we just be normal for once?

Queria comentar tudo o que aconteceu hoje mas faltam-me as palavras. Não é algo que quero recordar mas é algo que quero que saibas que me marcou ao ponto de ficar aqui gravado. Eu só quero que tudo fique bem, é pedir muito?
Ana

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sábado, 5 de fevereiro de 2011 { 23:22 }



Livre p'ra poder viver, p'ra poder fazer o que eu quiser

Liberdade. Controlo. Espaço. Claustrofobia. Como diz o anúncio da zon: "há uma linha que separa (…)". Infelizmente, essa linha tem-se tornado mais ténue e invisível à medida que o tempo passa entre nós. Quero já esclarecer, antes de as minhas palavras serem mal interpretadas, que não me estou propriamente a queixar de tudo isto. Nada disso. Essa linha poderá, até, mitigar ao infinitamente pequeno que não me importo, desde que, claro, nenhum de nós passe para o outro lado que a linha outrora separou. Já me conheces há tempo suficiente para saber que eu repugno estar acorrentada. A minha mente precisa de espaço para pensar e os meus pulmões ar para respirar. Gosto de ser eu a mandar em mim mesma e acarretar com as consequências dos meus actos apesar de, às vezes, ter a o desejo proibido de dizer “a culpa é tua”. Mas sim, não te preocupes, também sei ouvir. Escutar o que tu pensas, as tuas críticas e opiniões, têm muito peso no que faço estes dias, apesar de não podermos confundir o conceito de “sugerir” fazer algo de “ordenar” fazer algo. Se me forçares a realizar o que quer que seja, penso que já aprendeste isso, eu viro as costas. Como disse, há uma linha que separa a liberdade e o controlo e eu quero deixar bem claro que a sei distinguir muito bem. Sorte para ti, fui bem ensinada. Até ao presente, não tenho muitos episódios que me levem a desabafar algo mais cuidadoso e, por isso, estou-te grata. Agradeço-te desmedidamente por toda a confiança que me tens dado depois de tudo o que aconteceu “a priori” onde tu e eu não éramos um nós. Com estas palavras, que já tinha saudades de as conseguir proferir desta maneira, concluo a minha confissão breve dizendo-te que és aquele com quem eu quero passar o resto dos meus dias e que, contigo, consigo aprender a ser melhor e tenho uma pequena ideia que pensas da mesma maneira que eu. Amo-te muito 

p.s: a data do meu musical já está finalmente decidida e o local igualmente. Dias 26 e 27 na Igreja Matriz da Amadora. Para mais informações e se estiverem interessados em ir ver um musical da Disney falem comigo :)

Ana

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 { 15:13 }



A guy out there was meant to be the love of your life,
your best friend, your soul mate,
the one you can tell your dreams to.
he’ll brush the hair out of your eyes,
send you flowers when you least expect it.
he’ll stare at you during the movies even though he paid $8 to see it
he’ll call to say goodnight or just cause he is missing you
he’ll look in your eyes and tell you
“you’re the most beautiful girl in the world”
and for the first time in your life, you’ll believe it.

- Nicholas Sparks

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 { 20:00 }



Sometimes it’s the smallest decisions that can pretty much change your life forever

Pensei em muita coisa estes últimos dias...pensei em desistir e virar-te as costas, pensei em dar-te uma estalada para acordares para a realidade, pensei ainda afastar-me novamente para perceberes, mas decidi ficar na quarta opção: abanei a cabeça, respirei fundo e deixei-me ir na maré do esquecimento. Apaguei por breves instantes o meu disco rígido esperando um (re)começo que tivesse valido todo o meu desgaste físico e psicológico. Estou a tentar, acredita que estou. Com todos os sussurros que tento ignorar e todas as acções que fecho os olhos anseio que tudo volte ao antigamente. Todos cometemos erros, não foste só tu, nem fui só eu…ambos tomámos caminhos errados que nos levaram até onde estamos. Vejo-te do outro lado do rio mas ainda não te consigo alcançar. Acredita, quero muito sentir a tua mão na minha como senti no inicio desta caminhada que temos feito juntos…nunca te esqueças que és a pessoa mais importante para mim e espero que saibas que daria tudo para voltar atrás. 
Ana

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 { 19:27 }



Como já tinha saudades de tudo me fazer sentido!

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domingo, 9 de janeiro de 2011 { 17:49 }



Às vezes pareço fria só para tu me poderes abraçar

Não há algo que mais deseje do que os teus braços à minha volta, do que a tua voz junto ao meu ouvido, do que os teus lábios próximos dos meus e os teus olhos na minha mira. Em poucos dias aconteceu mais do que deveria: corações partidos, feridas abertas, lágrimas derramadas, mas ainda estamos aqui, pés firmes, a contar a nossa história. Estou a tentar, já não o podes negar. Estou a dar o tudo por tudo para que a gota pendente na pena de quem nos escreve não marque o derradeiro ponto final. Cozi os pedaços de carne separados, colei todas as peças e sequei toda a água de dentro de mim para conseguir novamente alegrar-me, negando a todos o que verdadeiramente aconteceu. Sim, preciso de auxílio da tua parte. Necessito de uma promessa tua: que nada do que se sucedeu algum dia se repetirá pois, garanto-te, não irei perdoá-lo tão facilmente ou de todo. A brisa do esquecimento varreu a minha mente até ao dia em que as memórias ganhem motivo para reaparecerem como pela magia da dor que apenas tu me consegues provocar. Nada disto é um ultimato, um final aviso ou algo aparecido, apenas um desabafo de uma adolescente cheia de medo de perder o teu calor que tanto louva e preza como se da sua vida se tratasse.
Ana

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 { 15:09 }



I got a hole inside and it's ten miles wide

Já não sei o que fazer nem dizer, apenas tenho que aguardar que tudo mude novamente. Já devias saber, depois deste tempo todo ao meu lado, que é complicado expressar-me - por medo, por vergonha, …nunca soube. Em tempos em que as palavras ressonantes na minha mente são fortes demais para a minha boca as pronunciar, tendo em calar-me, fechar-me dentro do meu casulo a que chamo de estudos e deixar o tempo passar. Sei que prometi que nunca mais o faria mas não me tens dado outras alternativas. Existe um limite entre afecto e amizade e penso que, se tiveres um bocado de racionalidade dentro de ti, percebes que existem muitos a passar essa linha para o lado onde apenas eu deveria estar aportada. O problema no meio desta lengalenga de avanços e recuos é que nada disto te importa; tudo o que se tem passado é rotina para ti e não sei quanto tempo mais consigo fazer parte dela. Tentei dizer que me importo mas apenas ouviste as palavras que saíam de mim e não o que te queria transmitir com as lágrimas teimosas a descansarem nos meus olhos enquanto dizia que “estava tudo bem”. Não quero que te chateies com isto tudo mas tens de te habituar a quem sou. Logo do inicio avisei que era complicada, que não estava ainda a 100% e que as coisas iriam correr mal se não entendesses como eu funcionava…sou fraca, sim! Magoou-me com muita facilidade devido a pequenas coisas que fazes ou (não) dizes e tento engoli-las o mais rápido possível porque quero ver tudo bem, mas ultimamente não me tens dado margem para respirar e voltar a enterrar os assuntos. Escrevo aqui com esperança que tu entendas que não tenho a tão necessária coragem para te dizer isto tudo pessoalmente.
Ana

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 { 21:35 }




(...)These words are my own, from my heart flow. I love you, I love you, I love you, I love you. There's no other way to better say. I love you, I love you. Read some Byron Shelley and Keates, recited it over a hip-hop beat. I'm having trouble saying what I mean, with dead poets and a drum machine. You know I had some studio time booked, but I couldn’t find the killer hook. Now you're gonna raise the bar right up. Nothing I write is ever good enough (…). I'm getting off my stage, the curtains pull away. No hyperboles to hide behind. My naked soul exposes. Trying to find the magic. Trying to write a classic. Waste-bin full of paper, clever rhymes- see ya later. These words are my own, from my heart. I love you I love you, that’s all I got to say. Can’t think of a better way, and that’s all I got to say. I love you, is that ok?

Que mais posso dizer? Obrigado por dares a oportunidade de isto se endireitar novamente, és-me mais que tudo!
Ana

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domingo, 2 de janeiro de 2011 { 18:15 }



You know I'll wait forever, yes I would wait.

Poderia escrever um texto melancólico onde derramaria lágrimas incontáveis pelo teclado, mas nada disso iria ajudar. Não. A única coisa que me cabe é agir, abrir os olhos e caminhar em frente, saltar as pequenas barreiras que me colocaste por baixo dos pés, e chegar à meta onde espero encontrar a tua silhueta e os teus olhos novamente. Quero-te ver sorrir muito mais do que contrair os meus próprios músculos faciais, mas por ti, e só por ti, sustenho o meu fôlego e mergulho no desconhecido.
Ana

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 { 20:52 }


So maybe it’s true, I can’t live without you

No inicio, a fúria preencheu o espaço da saudade que temi que me dominasse durante estes dias. Cansei-me de esperar. O ar abandona os meus pulmões, arranhando as minhas cordas vocais com tenebrosa fúria: “Diverte-te sem mim que eu irei fazer o mesmo! Vou falar com aqueles que invejas, vou rir de piadas que não sairão da tua boca e vou ser feliz sem te ter a metros de mim!”.
Minutos depois, a raiva evapora-se como álcool da minha mente, as lágrimas correm-me pela face descontroladamente e só consigo soluçar para a nossa foto na minha mesa-de-cabeceira: “não consigo sorrir sem a tua mão a preencher as falhas da minha, sem a tua voz, sem o teu calor. Não consigo viver sem ti…”.
Ana

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010 { 17:50 }



“A saudade é um sentimento do coração que vem da sensibilidade e não da razão.”
-Dom Duarte

Abomino quando o emocional domina sem perdão o racional, acorrentando-o num canto da minha mente sem possibilidade de este gritar por socorro. Ultimamente, tenho a necessidade de saber o porquê das coisas e não apenas deixar-me levar no vento. As brisas tornaram-se tufões demasiado perigosos para um ser tão frágil como eu entrar e, honestamente, prefiro mirar os meus arredores com este novo olhar. Mas, agora que vais partir durante uns dias, perdi essa divina capacidade que tanto estimava. Ainda tens os pés bem assentes neste chão e já o meu coração grita o teu nome com nostalgia. Volta para os meus braços depressa, sim? 
Ana

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{ 16:50 }



Este ano decidi fazer algo diferente do que fiz o ano passado.

2010 recap:

Janeiro:
                Foi a partir deste mês que as coisas começaram a mudar drasticamente. Iludi-me, pateticamente, por alguém que agora troco constantemente o nome; os meus R’s começaram a namorar graças a quem? A mim, claro! (e eles concordam!), e conheci a minha primeira segunda família (algo que me arrependo).

Fevereiro:
                Dia dos namorados, como poderei esquecer? Honestamente, já não me lembro de quase nada…apenas uns flashbacks que já não me fazem sentido.

Março:
                Apercebi-me que tinha cometido o maior erro da minha vida ao afastar uma das pessoas mais importantes por causa de um romancezinho de bolso. A A. assegurou-me que tudo ia ficar bem e que conseguiria remediar a situação - mandei uma mensagem mas ninguém respondeu do outro lado…posso dizer que fiquei destroçada, não só por isso, mas também porque, semanas depois, chegou-me a notícia que já não haveria esperanças de voltar para os seus braços.

Abril:
                O meu romancezinho de bolso finalmente teve fim com um desenlace previsto - traição. Um dia antes, durante aquele famoso jogo de snooker, recebi uma mensagem da A. a desmentir a anterior notícia - posso dizer que fiquei radiante! Segui com a minha vida tendo a R. a chamar-me de maluca por andar com um sorriso na cara: porquê chorar por algo que nunca existiu?

Maio:
                Apareceu na minha cabeça aquela ideia ridícula de querer ser apresentada ao Pinto (algo que, até hoje, nunca aconteceu), e, para variar, um dos meus mais chegados amigos na altura desiludiu-me como ninguém o tinha feito (com sinceridade, desde o dia em que lhe disse a verdade e ele fugiu como uma criancinha, nunca mais falámos).

Junho:
                Fui às Caldas e, infelizmente, recebi a notícia que Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Nomeado Nas Minhas Entradas andava metido na droga outra vez (lembro-me de ficar tão irritada de pensar em meter os pés ao caminho e esganar a inútil da namorada dele). Quando voltei comecei a namorar com o P. (maldito dia 14, sempre lá marcado no calendário). Finalmente, eu e a R. tivemos a brilhante ideia de nos inscrevermos nos Cursos de Verão do Porto (entre outros, mas na capital) - posso já adiantar: má ideia!

Julho:
                Depois de mais um aniversário retornei às Caldas para passar tempo com a A. antes dos cursos em Lisboa começarem (outra vez, não encontrei uma das pessoas com quem queria estar e já fazia um ano que não nos víamos e seis meses que não falávamos). Apanhei um susto de morte quando a A. me disse que ia para o Canadá viver brevemente (o que até agora, felizmente, não aconteceu). Foram duas semanas de cursos tanto na Lusófona como na Lusíada e mal podíamos esperar pelos cursos no Porto.

Agosto:
                Passei as normais três semanas nas santas terrinhas, fiz as minhas duas malas de viagem (era a única com tanta, posso chamar, tralha!), e pus-me a caminho para uma aventura no Porto. Primeira semana: curso de Física. Estava a correr tudo sobre rodas quando decidi usar a minha famosa camisola do “I think he’s gay” (agora dou-lhe o nome de camisola do engate), e comecei a falar com uma das pessoas mais interessantes que até hoje conheci. Dos dias seguintes não me arrependo de nada, apenas lamento o final de toda esta história…mas, apesar de parecer, nem tudo foi mau: conheci o M, a K, os milhões de Pedros e, mais importante, construí um robô com o nome de Botilda (miss you…). Segunda semana: curso de Matemática. Reflexão: não foi tão bom como esperava. Claro que as palestras foram interessantes, mas nada como o curso anterior…foi a partir de Agosto que o bichinho da Física se começou mesmo a manifestar dentro de mim. FCUP!

Setembro:
                Inicio das aulas, agora no 11º. Foi estranho retornar e não ver metade das caras conhecidas, mas depressa me adaptei.

Outubro:
                Foi o final de uma história que esperei que nunca chegasse. Conheci o M. na festa da C. e até deu para esquecer tudo e não deixar mais moças das que já existiam. No final do mês entrei para o coro.

Novembro:
                Um ponto fulcral no ano inteiro. Conheci o A. numa visita de estudo e acabei tudo com o P (depois dos meses anteriores era impossível continuar a reparar algo tão estragado). Fui (finalmente) crismada, com esperança e desejo de que, a partir daquele dia, tivesse um caminho ligeiramente mais iluminado. Entrei para o grupo de leitores na troca do A. entrar para o coro.

Dezembro:
                É neste mês que vos escrevo e digo que não tenho muito para contar. Foi um ano atribulado, com os seus altos e baixos, mas que se superou com paços pequenos e desajeitados (mas não são sempre?). Recebi a notícia que ia entrar num musical da Disney para angariar fundos para a JMJ (jornadas mundiais da juventude), onde vou fazer o papel de Jasmine (fiquei mesmo radiante com a notícia!).

Ana

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010 { 15:53 }



What part of I love you don't you understand?

Sabes aquelas manhãs em que tudo parece errado? Hoje foi uma delas...
A cama estava desfeita, os peluches jaziam no chão, o telemóvel dizia o seu último adeus com a bateria que lhe restava, e as palavras que pairavam no ar tinham aquela fragrância de gastas que há muito não detectava nos aromas da madrugada. A minha mão pincelou a pelagem de luto do bichano que dormitava ao meu lado: “Pelo menos tu não mudaste”, pensei taciturna, embalada pelo som da chuva a embater na minha janela. Revi todas as mensagens da noite passada e pouco gotejou da minha vista. Cansei de gastar a água do meu corpo em coisas inúteis como emoções já fartas de existirem. Preciso de partículas juntas, mas elas separam-se e fico a baloiçar em plataformas instáveis de gás - honestamente, já estou habituada. Se não fosses o que és, acredita, já tinha virado a página como fiz a todos os outros que, por instinto suicida, decidiram entrar na minha história. É assim tão complicado perceberes que te amo?


A: Vamos começar do zero.
A: Do zero?!
A: Sim, como se nada destas coisas más tivessem acontecido.
A: Eu queria muito bebé
Ana

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 { 19:15 }



A mais perfeita melodia para o melhor dia da minha vida!
"There I was again tonight, forcing laughter, faking smiles, same old tired, lonely place walls of insincerity, shifting eyes and vacancy vanished when I saw your face, all I can see is that it was enchanting to meet you. You’re eyes whispered ‘have we met?’, crossed the room, your silhouette starts to make its way to me, the playful conversation starts, counter all your quick remarks, like passing notes in secrecy, and it was enchanting to meet you, all I can say was I was enchanted to meet you. This night is sparkling, don’t you let it go, I’m wonderstruck, blushing all the way home, I’ll spend forever wondering if you knew I was enchanted to meet you. The lingering question kept me up, 2 AM, who do you love? I wonder till I’m wide awake, and now I’m pacing back and forth wishing you were at my door, I’d open up and you would say ‘hey’ (…) This is me praying that this was the very first page, not where the storyline ends, my thoughts will echo your name until I see you again. These are the words I held back as I was leaving too soon. I was enchanted to meet you. Please, don’t be in love with someone else. Please, don’t have somebody waiting on you (…)."
Ana

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 { 21:37 }




All my agony fades away when you hold me in your embrace

Quero agradecer-te por tudo. Por todos os beijos, todos os abraços, toda a paciência e todos os momentos que me proporcionaste durante estes 31 dias. Nunca pensei que uma visita de estudo me trouxesse tanto e muito menos imaginei que um passeio a um museu sobre a formação do Universo fizesse com que a minha vida se cruzasse com a tua. Dia 10 de Novembro, nunca me vou esquecer amor! Não vai sair da minha memória o nosso diálogo sem fim que ia chateando cada vez mais os professores, nem aquele nosso momento no autocarro em que tinha todos os olhos postos em nós - no “casalinho” - que ninguém pensou que se fosse formar. Poderia dizer que queria voltar a esse dia, mas não. Não quero um ontem, quero um amanhã, um futuro tão possível e já existente ao teu lado. Um dez-avos de parabéns para nós ♥
Ana

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010 { 21:23 }


Every night in my dreams I see you, I feel you.

Que mais posso dizer para além do sorriso que me desenhas na face, maior e mais carregado de júbilo a cada dia? Cada porção do meu corpo anseia estar na presença do teu, o meu sempre disposto a ser envolvido nos teus braços, sempre necessitado do toque dos teus lábios na minha pele desbotada como um beija-flor a tocar numa rosa branca já murcha, dando-lhe nova vida até ao crepúsculo, onde das nossas vozes, abafadas pelo cansaço escolar, sai um “até já” camuflado por uma despedida que nunca irá existir - “adeus”. Amo-te!
Ana

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