<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/6418236849982449831?origin\x3dhttp://wordsforthewordless.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script><iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=8076742059755845825&blogName=PIECE+OF+HEAVENde=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&navbarType=BLUE&layoutType=CLASSIC&homepageUrl=http%3A%2F%2Flov-ebites.blogspot.com%2F&searchRoot=http%3A%2F%2Flov-ebites.blogspot.com%2Fsearch" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div id="space-for-ie"></div>
follow | facebook
info.

Bem vindo(a)!

Todos os textos neste blogue são escritos por mim, excepto aqueles que têm o devido crédito. Espero que gostem tanto de os ler como eu de os escrever ♥

It matters if you just don't give up
- Stephen Hawking

"If you are what you should be, you will set your whole world on fire!"
- St. Catherine of Siena ♥

contador de acessos
comments.

HTML Comment Box is loading comments...


domingo, 18 de abril de 2010 { 18:11 }


Mentir…quem não o faz?

Pode ir das simples mentiras que, infelizmente, consideramos diárias; passando por aquelas pequenas omissões, quer seja para proteger alguém querido, ou a nós mesmos; e chegando, finalmente, àquelas que são única e exclusivamente imperdoáveis, por outras palavras, aquelas que apenas são ditas para prejudicar o outro.


Não dizendo que as outras têm perdão ou que, verdadeiramente, ajudam, porque, em lógica, não devemos mentir. Mas, as que eu destaco hoje são aquelas que um ser humano minimamente racional não deveria dizer, ou seja, o terceiro ponto mencionado.

Quem é que, no seu perfeito juízo, usa as palavras para ferir alguém?

Claro que o efeito da mentira apenas se vai reflectir algum tempo depois de ter sido dita pois, até termos provas de que aquela afirmação que nos foi dirigida não corresponde, de facto, com a realidade, vivemos naquele mundo perfeito que criámos baseado nessa frase/texto/palavra; sentimo-nos intocados por tudo o que nos rodeia - como que se o tempo parasse, momentaneamente, num “para sempre” que termina ao sabermos a única verdade. O oposto acontecesse com a verdade do momento - quando se viram para nós e nos dizem tudo o que está na sua alma, acabando por, naquele segundo, nos magoar.

Mas o que será pior? Adiar a verdade ou dizê-la de uma vez por todas?

Penso que cada um tem uma opinião a esse respeito, que pode variar conforme a idade, experiência com a matéria, entre outros factores…a minha opinião? Adiar a verdade é muito pior. Adiar a verdade é como que se nos fechassem dentro de uma pequena caixa a nossa vida toda e, quando descobrimos o que é na verdade real, essas paredes quebram-se à nossa frente…aquela fortaleza de protecção desaparece sem deixar o mínimo de rasto.

Ia-me esquecendo de um tópico…é claro que o poderia ter acrescentado no princípio deste discurso todo, mas é muito mais engraçado destacá-lo aqui para que, quem estiver a ler, perceba que, talvez, este ponto seja direccionado para ela/ele porque, como penso que já mencionei em entradas passadas, tudo o que escrevo tem um ou mais destinatários onde apenas ele/ela percebe o que está aqui escrito com todos os pormenores.

Como quase toda a gente sabe, há indivíduos que mentem por apenas uma razão: cobardia. Não por terem medo de encarar a pessoa e dizer-lhe a verdade…mas porque têm de encarar os amigos (penso que isto se pode comparar ao que os ingleses chama de peer pressure), e, para se sentirem aparentemente superiores a eles, inventam todo o tipo de histórias envolvendo pessoas que, na realidade, estão “inocentes”.

Sobre este tópico, penso que já não tenho que acrescentar mais nada. Está tudo dito! Espero que tenhas percebido que era para ti “bebé”…


Ana

Etiquetas: ,