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Dear someone...
quinta-feira, 25 de março de 2010 { 21:56 }


Sabes aquele sentimento que não consegues descrever?

Imagina-te a comer uma laranja e que, inexplicavelmente, alguém te pergunta o seu sabor, o que responderias? É doce, mas com um travo ácido; ou algo assim parecido, provavelmente. Mas como é que, de facto, se explica algo assim? Como é que se explica algo a um indivíduo que este nunca tenha sentido, como é o caso do paladar? Descrever uma cor a um cego é outro exemplo de muitos que posso dar para esta questão.

Agora, explicar a alguém o que é o Amor, ou o que é Amar…não será a mesma coisa? Dizer que é um “sentimento muito bonito em que dois se transformam num só e que vivem felizes para sempre” e bla bla bla, não será a mesma história da laranja? Para uma pessoa que tenha vivido a sua existência miseravelmente e que não saiba o que é a felicidade, como é que eu a posso abordar sobre o tema do Amar com o discurso anterior?

Um professor uma vez me disse, penso que no 9º ano: “Como é que se explica a um quadrado o que é um cubo se este só vê a duas dimensões e o cubo tem três?”. Na altura não liguei muito ao discurso aparentemente disparatado dele, mas talvez ele tenha razão…

O mundo e as “descrições” estão feitos para aqueles membros da sociedade que são “perfeitos”, em que a sua vida é “perfeita” e que, eles mesmos, sejam “perfeitos". Basicamente, os dois tópicos estão feitos para uma sociedade e para um conjunto de indivíduos que nem existem! Como é que é possível que a sociedade tenha criado escapadelas de perguntas que precisam de ser respondidas, em que essas próprias não resultam nem se aplicam a todas ou mesmo a nenhuma pessoa?

É tarde, já tenho a cabeça cansada e as férias da Páscoa estão aí…talvez seja por isso que estas perguntas me ocorram assim, misteriosamente, na minha mente.


Ana

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