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Todos os textos neste blogue são escritos por mim, excepto aqueles que têm o devido crédito. Espero que gostem tanto de os ler como eu de os escrever ♥

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Oh sweetheart
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 { 18:41 }




Sinto-me fraca. Sinto que sei que sou fraca. Sou fraca.

Sou fraca por não te conseguir ajudar. Quero agarrar-te na mão e puxar-te mas não consigo. Meus braços sempre menosprezaram o exercício e agora não sei o que fazer. Quero estar a teu lado nesse momento, mas duvido que a minha mente me autorize a fazê-lo. Odeio ser assim!

Odeio chorar sem motivo aparente, odeio desistir de coisas que ainda nem comecei, odeio odiar-me tão intensamente como no agora.

Tentei pôr-me no teu lugar e ainda fiz pior. Ainda me senti pior…como se me dessem um soco no estômago e me retirassem todo o oxigénio disponível (acho que é a melhor maneira de o comparar).

Dei por mim num sítio onde já não estava há muito tempo. Olhei-me ao espelho e os meus olhos brilhavam de uma maneira diferente. Não daquela maneira intensa e viva que acontece quando estou a teu lado; mas de uma maneira vazia. Os meus olhos, por muito que os esforçasse, continuavam a olhar para o infinito, apesar de o espelho estar a uns poucos centímetros de distância. Não sabia como reagir nem o que era reagir. Não sabia como me haveria de comportar nem para onde ir e muito menos onde estava. Sentia a minha cara a arder como se me tivessem ateado fogo e a minha vista a turvar com a água.

E foi então que algo me fez voltar. Foi como que se finalmente encontrasse a superfície e pudesse respirar uma vez mais. Um som estilhaçou aquele momento intimidante de silêncio, enquanto o meu corpo recuperou as características invulgares originais “Pd xr k abrand mx vaix tr d falar c ele + cd ou + tard” foi o que li depois de várias tentativas de ver mais focado. «Hoje não…ainda não…» pensei antes de responder, fechando o telemóvel e atirando-o para cima da cama, juntamente comigo mesma.

Acabei por cair, pateticamente, num segundo transe. Agora sobre o segundo tema que me andava a atormentar desde que tudo começou. O tema que, inutilmente, já tinha tentado trazer ao decima, mas que se tinha acabado por afundar no calor do momento. Peguei no livro de “A casa dos espíritos” de Isabel Allende, e continuei a ler como se nada fosse, tentando esquecer inutilmente aqueles dois problemas.

Sou fraca, mas nunca me esforcei minimamente para mudar…


Oh sweetheart, put the bottle down, you've got too much talent

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