segunda-feira, 13 de junho de 2011 { 17:43 }
Naquele quarto soturno muito reflecti sobre o curto prazo de validade da minha felicidade. Contava o tempo pelos dedos e riscava no calendário os dias que passavam tal velozmente. Não sei o porquê, mas decidi acender a vela que sempre temi pela luz que sabia que iria emanar da sua chama. “Vai acordar as quimeras que só há noite tenho de enfrentar”, pensei. Mas naquele dia foi diferente…depois de me adaptar à claridade não vi monstros nem fantasmas, não vi criaturas nem sonhos destroçados, vi-te.
Ana
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