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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 { 21:39 }



Take me on i'm feeling in the mood for something dangerous I've found myself again

Nada sinto nem nada vejo…apenas escuridão rodeia o meu corpo pálido caído no chão como se de um mero cadáver se tratasse. Sei que tenho que sair mas, por muito que ordene o meus membros para se moverem, nada acontece. Estarei drogada? Interrogo-me curiosa, apesar de ainda ter consciência suficiente para trazer à cabeça algumas, um pouco enevoadas, recordações. Não me ocorrem nomes nem datas importantes, sei simplesmente que aconteceram. No estado em que estou seria muito improvável conseguir inventar algo, ainda por cima cheiros, toques, sabores…Subitamente, um ruído no fundo do corredor: uma voz feminina invulgarmente familiar chama por mim, grita como se estivesse em perigo de vida. Como a queria ajudar…se nem a minha pele consigo salvar quanto mais a de outro ser humano que, desesperadamente, berra por alguém - por um herói - que a tire daquele local sombrio onde também me encontro; mas nada disso existe - heróis. Já não há ninguém que salve seja o que for se não tiver uma recompensa no final. Afinal, é tudo isso que queremos - um brinde, um troféu, um pote no fim do arco-íris que possa dizer aos outros, e até a nós mesmos, que fomos melhor que alguém num determinado instante da nossa geologicamente curta vida. E eu já o fui…já traí sem remorsos e magoei sem arrependimento algum e admiti-o. Poderia escondê-lo, claro, mas fui melhor que aquele que prefere guardar para si uma vida de erros que, no final de contas, serviu apenas para ocupar espaço nas folhas da sua história. Disse-lhe: conheci um rapaz, abracei-o, beijei-o, mas nada disso me perturba o sono. Se fui bruta? Talvez…mas antes isso que, todas as vezes que o visse, a única coisa que me conseguiria recordar era o brilho dos olhos do R.

As minhas mãos tapam a minha boca: sim, para além de os meus braços já estarem soltos, lembrei-me do nome dele (s) e daquele (s) que até àquele dia estava (m) enterrado (s). Uma luz invade o corredor e os meus olhos abrem-se após tanto tempo. E lá está o quadro, a corda, as fotos…estão todas junto a mim quando acordo de mais um sonho bizarro apercebendo-me que, aquelas cordas que me amarravam, ainda estavam atadas à minha volta, apesar de não as ver nem sentir, elas continuam lá para (infelizmente) não em deixarem esquecer de nada do que aconteceu. E a voz? Bem…penso que os mais dotados conseguem imaginar a quem pertencia
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Ana

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