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segunda-feira, 1 de novembro de 2010 { 22:05 }



#9 LETTER TO SOMEONE YOU WISH YOU COULD MEET

Ando há mais de um ano para que me sejas apresentado, ridículo não é? O ano passado até tinha o seu encanto, olhar-te pelo canto do meu olho enquanto te reclinavas, sozinho, no poste junto do CF. Uma das melhores memórias que tenho naquela Secundária foi até, indirectamente, proporcionada por ti. Tenho toda a certeza que odeias que te chame isto e nem sei se tens a noção que te trato desta maneira (o que descreio já que, uns dias após te ter posto este nome, começaste a olhar para mim mais regularmente, perfeito na altura): Pinto! Sim, eu sei que no teu nome não está presente este tão vulgar apelido e, decerto, deves interrogar o motivo pelo qual te trato deste modo - isso vai continuar num sigilo de, agora, turma pois, aparentemente, o nome saltou de boca em boca como uma agradável doença que todos os dias me faz rir ao ouvir alguém referir-se a ti como “o Pinto” e não como o J. O mais esplêndido desta situação é que poucos deles sabem o motivo que me levou a tratar-te desta maneira. Mas admito que ainda te quero conhecer. Não para ser tua amiga porque, com todas as notas mentais que escrevi sobre ti, quero estar a milhas da tua presença - quero-te conhecer apenas porque sim (a típica justificação plausível em todas as situações constrangedoras). Talvez queira ver a tua cara ao seres apresentado à rapariga que se partia a rir na tua cara sem motivo aparente; quero apreciar cada traço da tua cara afectada pelo fumo do vício. Lá no fundo sei que fiz de ti um pequeno clone que posso usar em substituição dos originais, já que te assemelhas tanto àqueles a quem eu anseio ver de mais perto e, por isso, finalizo com um perdoa-me. Até esse dia…

Ana

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