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quinta-feira, 21 de outubro de 2010 { 20:15 }


#6 LETTER TO A STRANGER

Poder-te-ia encontrar na rua, num encontro do grupo do costume, num curso de verão na outra ponta de Portugal, não interessa…continuarias a ser um mero estranho para mim. Já não sei de ti há meses a não ser por intermédio da A. que me tenta animar constantemente com palavras consoladoras que já não mais fazem sentido. Os meus olhos já não se cruzam com os teus há mais de um ano e admito que custa…tira-me o ar olhar para uma foto tua; dói recordar aquelas tardes no parque onde nenhum dos presentes saberia o que esperar a seguir, porque tudo era novo e, naquele primeiro dia, poder-te-ia tratar por desconhecido…eras aquele rapaz que nunca me iria fazer parar na rua para olhar e, honestamente, não sei porquê. Achei-te “mais um" na altura e continuo a não entender o motivo para tal designação. Não eras mais um, eras O. Eras aquele que me punha a rir a cada mensagem, a cada palavra, a cada bater do meu coração, e ainda não compreendo como chegámos a este ponto…as palavras esmoreceram de significado, os sorrisos perderam a verdade e NÓS deixámos de ter lógica. Agora és um estranho que eu conheço tão bem, até melhor que a pessoa que te sussurra todos os dias que te ama. Prometi que não ia escrever mais sobre ti até ter notícias tuas, consegui.


Ana

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