sábado, 19 de novembro de 2011 { 22:56 }

Já rabisquei desesperos, alegrias e mágoas, risos e lágrimas. Verdade seja dita, cada momento alegre aqui deixado foi sempre precedido por uma tragédia, uma dúvida, que por sua vez ditavam uma futura luz no fundo do túnel. Não chamo isto de karma nem destino, mas estou farta que a minha vida seja uma montanha-russa constante e, agora que finalmente ando numa recta, não quero encontrar curvas acentuadas nem bifurcações. Claro que vão aparecer os tais altos e baixos que muitos falam, porém não quero subir aos céus nem descer aos infernos - quero manter-me bem à superfície para poder respirar, contudo, se eventualmente cair, não me quero mais marcar de cicatrizes que, por muito que queira, nunca desaparecem completamente. Sei que há muito que não escrevo e, acreditem, é tudo por boa razão. Não quero dar oportunidade à minha mente de sonhar muito acima do permitido (como sempre), nem começar a ter crises sem razão alguma. Estou feliz, ponto. É tudo o que precisam e precisarei no futuro de saber. Desde o dia 3 de Outubro de 2011 que voltei a ter um motivo para cumprimentar o novo dia com a alegria que há muito achei perdida.
Ana