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Durante aquela ausência
sexta-feira, 26 de agosto de 2011 { 21:26 }




Há horas que faço para esquecer, outras para recordar, nestes dias de taciturnidade. Está tudo fora do meu alcance e irrita-me tal fraqueza. Joguei todos os meus trunfos, derramei todas as lágrimas, disse tudo o que poderia ser proferido, agora cabe-lhe decidir o que fazer. Estranho dirigir-me na terceira pessoa, mas, se o contacto é para ser quebrado, nem mensagens, nem palavras, nem textos, nem nada sairá da minha mente pessoalmente dirigidos. Cada vez que penso em tudo o que poderíamos ser se não fosse este impasse obtuso encho-me de uma raiva que nem assim consigo expressar. Juro que tentei ter paciência, compreensão e tentei enfrentar a situação de cabeça baixa e tudo engolido  - e orgulho-me de o ter logrado por uns meses - porém o copo enche até um determinado ponto e o meu transbordou há dois dias. Queria poder dizer-lhe que por mim isto era o fim, que estava farta de ser tratada como opção de escape, que merecia mais (e mereço!), mas não consigo…não consigo porque ainda existe uma pequena chama de esperança a martelar-me todos os dias na cabeça que todo este emaranhado a que chamámos em tempos de “estado de relação complicado” se desenrole num perfeito fio de seda. Idiota, não é? Enquanto escrevo isto rio-me da minha própria patetice de criança inocente que ainda acredita em finais felizes. Já deveria ter aprendido no meio de todo o desgosto situado bem lá no pretérito. Pediu-me tempo, espaço…eu dou-lhe isso, mas espero que ele não se conforme com a ideia que a minha vida se encontrará numa pausa absoluta porque estaria redondamente equivocado. O mundo é grande e cheio de coisas maravilhosas para ver e conhecer. Se tiver de seguir em frente, posso garantir-lhe que piedade será das últimas coisas que me passará no âmago do pensamento. E recordo mais uma piada, mais uma história, mais um riso e um abraço e toda a tempestade amaina para dar lugar a mais uma vaga de mágoa e saudade. Bem vindo à minha rotina.
Ana
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