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Rascunhos em anexo #1
quinta-feira, 30 de junho de 2011 { 19:14 }


Decidi começar esta pequena “série” porque, honestamente, já não há nada de novo a escrever relativo à minha pessoa. Apercebi-me que, depois de quase dois anos a escrever aqui, a única coisa que tem mudado é a minha idade. Assim, devido a isso e muitos outros factores, aqui está uma quebra de rotina agradável para mim (que estou farta de me lamentar), e espero que também para vocês.



Adolescente sonhadora e demasiado inteligente para os seus 14 anos, Diana sempre tinha sido feliz nos braços dos seus familiares que sempre a tinham amado. Numa tarde depois das aulas, esta chega a casa e depara-se com um cenário peculiar: a casa estava deserta. Esperou horas e horas, mas nenhum sinal de vida irrompia da porta de entrada. A verdade era que, por muito que ela esperasse, nenhum dos seus progenitores de lá iria sair. Foi adoptada pelo seu avô Renato, senhor meio excêntrico mas de quem ela sempre gostara.
Três anos passaram e, no aniversário de Diana, Renato ofereceu-lhe um baú de madeira, ainda poeirento da falta de uso. “Encontrei-o quando fui buscar a tua roupa à tua…antiga casa. Achei que, depois de conseguir vendê-la, pelo menos merecias uma recordação de teus pais, onde quer que eles estejam…”. Ela aceitou-o de bom grado aquela modesta prenda. Não deveria albergar muita coisa (se é que algo pudesse esta oculto no seu interior), mas nessa noite decidiu investigar. O baú dava-lhe nos joelhos e deveria ter a largura do seu braço esticado. Ao abri-lo, Diana ficou atónita: cadernos atrás de cadernos abarrotavam daquele misterioso objecto. Despejou tudo no chão e aleatoriamente escolheu um para começar, abrindo a capa preta que parecia moda no meio de tantos livros iguais:

5 de Março de 1994

O dia deve estar quase a chegar e posso dizer que o meu coração transborda de júbilo e não me arrependo disso…sei muito bem que adquiri esse direito depois de tantos meses à espera. Não posso dizer que foram insuportáveis, claro! Depois de tantos discursos assustadores por parte da minha mãe, tudo o que passei foi apenas a ponta do iceberg do drama que ela conseguiu desenrolar em volta do que é «ser mãe» e «estar grávida». Honestamente, ela também tem esse direito, já que eu própria sei que não fui pêra doce nos meus tempos de criança. Só espero que tudo corra bem…
Carolina

Diana permaneceu em silêncio a mirar a folha que se dispunha à sua frente. Já não conseguia formular palavras nem ler as próprias letras que delas faziam parte “Isto foi nove dias antes de eu nascer…”, disse para si mesma em silenciosos soluços de mágoa. Nunca tinha percebido o que tinha acontecido a seus pais, mas de uma coisa estava certa, a sua resposta poderia estar gravada naqueles diários de sua mãe.