sexta-feira, 24 de junho de 2011 { 23:18 }
Era bom que tudo estivesse bem, e ainda melhor seria poder dizê-lo a todos os que me rodeiam. Nada é perfeito mas penso que já estive muito mais longe dessa fasquia. Lembro-me em pequena conseguir sentir com a ponta dos meus dedos essa barra. Irónico como, há medida que o meu tamanho aumentava, esta se afastava cada vez mais de mim (“tamanho não é tudo”, muitos dizem). Inocência. Pura virgindade de criança que transforma a sombra em luz, a lágrima de mágoa em gotas de felicidade…a nostalgia destes tempos por vezes ainda paira na minha mente, agora com menos frequência (para bem da minha réstia de sanidade mental). Porém, há coisas pelas quais ainda detenho algum alcance: nem tudo se encontra tão bem como aparenta, e nada vai mudar assim tão cedo.
Ana